terça-feira, março 21, 2017

Bird York, In The Deep


Thought you had
All the answers
To rest your heart upon
But something happens
Don't see it coming, now
You can't stop yourself
Now you're out there swimming...
In the deep
In the deep

Life keeps tumbling your heart in circles
Till you... Let go
Till you shed your pride, and you climb to heaven
And you throw yourself off
Now you're out there spinning...
In the deep
In the deep
In the deep
In the deep

And now you're out there spinning...
And now you're out there spinning...
In the deep
In the deep
In the deep

In the silence
All your secrets
Raise their weary heads
And you can't pin yourself
Back together
With who you thought you were
Now you're out there livin'...
In the deep
In the deep
In the deep

In the deep...

Now you're out there spinning...
Now you're out there swimming...
Now you're out there spinning...
In the deep
In the deep
In the deep
In the deep...

terça-feira, março 07, 2017

o Espírito na sarjeta

Flagrei este ato de desprezo à vida do Espírito no domingo (05/03). Resisti até hoje a postar, até porque vinha me relacionando com essa imagem no nível subjetivo, que é o método que empregamos (que Jung ensinou) ao interpretar as pessoas e fatos de um sonho como reflexos de nós mesmos. 
Ou seja, vi nessa cena deprimente um alerta do quanto eu mesmo, com meus próprios recursos e potenciais, posso derrapar em condutas desleixadas como a do cara q fez isso com esses exemplares da obra de Jung. A obra em si não é atingida, claro. Quem sofre são esses exemplares -o que me dói como machucarem um bebê ou um cachorrinho- e a alma estreita que os trata desse jeito. O Espírito é assim: caluniado, nunca atingido, porque no fundo é espelho: quem o agride se agride, confessando seu estágio de baixeza.

Parecia ser a porta daquele sebo na entrada da Paulista (via metrô Paraíso). sebo fechado, por ser domingo,.. havia uma brecha na parede, algo parecido com um espaço de acesso exíguo. 
A pessoa que estava próxima não parecia dona, mas tinha algo a ver com o sebo, e por estar lá me inibiu maiores arroubos de "compaixão" (pra não dizer descida do Espírito Santo, o brasileiro) em mim. 
Sol dos infernos, eu puto com uma decepção amorosa. 
Tudo com muita cara de sonho, até pela importância estrutural que esses livros têm na mina vida, nas minhas alegrias e até nas minhas revoltas, vontades de jogar tudo pelos ares pelo mundo não ser tão significativo quanto eu, quanto Jung, gostaria.

o sanatório da Terra

A pessoa lúcida caminha nessa terra como um visitante de sanatório de retardados.

30 por 13

Edições diretas do russo viraram um fetiche no Brasil. Mas cuidado. Mesmo o ótimo Paulo Bezerra incide em erros bobos, mas graves, como  trocar 30 (o certo) por 13, ao traduzir o número de anos entre os fatos tratados em Os Irmãos Karamazov e a decisão do narrador de contá-los.